Caso clínico de emergência: insuficiência respiratória e aguda e oxigenoterapia

As insuficiências respiratórias, definidas pela incapacidade do sistema respiratório em manter a oxigenação alveolocapilar, evidenciadas por hipoxemia inferior a 60 mmHg ou hipercapnia acima de 45 mmHg, ou ambos, são situações comuns em qualquer faixa etária, com efeitos mais devastadores nos extremos das idades. O primeiro passo para evitar a fadiga muscular, seguida de falência respiratória grave, é reconhecer os sinais de insuficiência. Estabelecer um plano de cuidado, com medidas terapêuticas assertivas, redução de desfechos negativos, como aumento do tempo de internação e óbitos.

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