Tetralogia de Fallot

A tetralogia de Fallot é uma cardiopatia congênita descrita pela primeira vez por Nicholas Steno em 1673. Tornou-se conhecida apenas em 1888, graças aos trabalhos do médico francês Etienne Louis Arthur Fallot. É mais frequente na criança, correspondendo a cerca de 10% de todas as cardiopatias congênitas. Classicamente, compreende um conjunto de defeitos causados por uma alteração anatômica básica, o desvio anterossuperior do septo infundibular, levando a obstrução do trato de saída do ventrículo direito, hipertrofia ventricular direita, comunicação interventricular (CIV) ampla e dextroposição da aorta. Como consequência, existe uma diminuição da quantidade de oxigênio no sangue, podendo levar a cianose, policitemia e hipóxia.

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